Alimentos Perigosos
Esses são os 10 alimentos mais cancerígenos do mundo.

Esses são os 10 alimentos mais cancerígenos do mundo.

Criei para você uma lista com 10 alimentos carcinogênicos e descrevi detalhadamente, abaixo de cada um deles, e o porquê são carcinogênicos.

Qual origem e significado da palavra “carcinogênico”?

A palavra “carcinogênico” tem origem no grego e no latim. Ela é derivada do grego “karkinos”, que significa “caranguejo” ou “câncer”, e do latim “cancer”, também significando “caranguejo”. O sufixo “geno-” está relacionado ao latim “generare”, que significa “gerar, fazer surgir”.

A escolha do termo “caranguejo” para descrever o câncer está relacionada à semelhança dos vasos sanguíneos que alimentam alguns tumores com as patas de um caranguejo. No contexto da palavra “carcinogênico”, ela é usada para descrever algo que tem o poder, habilidade ou tendência para produzir câncer, especialmente câncer de origem epitelial ou glandular.

O termo “carcinógeno” é frequentemente usado de maneira intercambiável com “carcinogênico” para se referir à qualidade daquilo que é capaz de provocar ou estimular o aparecimento de carcinomas ou câncer em um organismo

Incluí as fontes das minhas pesquisas sobre o assunto.

A lista é a seguinte:

1. Carnes processadas, como bacon, salsichas, cachorros-quentes, pepperoni, presunto, carne de bovino e salame. Esses alimentos passam por processos de cura, salga ou defumação, ou têm adição de conservantes químicos, que podem formar compostos cancerígenos no organismo. O consumo de carnes processadas está associado a um maior risco de câncer colorretal, de cólon, de reto, de mama e de pulmão .

Você sabia que consumir carnes processadas, como salsicha, presunto, bacon e salame, pode aumentar o risco de desenvolver câncer, doenças cardiovasculares e diabetes? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses alimentos são classificados como carcinogênicos para humanos, ou seja, que podem causar mutações no DNA das células e favorecer o surgimento de tumores.

Mas o que são carnes processadas? São aquelas que passam por algum tipo de transformação para aumentar sua durabilidade, sabor ou cor, como salga, cura, defumação, fermentação ou adição de conservantes. Esses processos podem alterar a composição química das carnes e gerar substâncias nocivas ao organismo, como nitritos, nitratos, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e aminas heterocíclicas.

O consumo excessivo dessas substâncias pode provocar inflamação crônica, estresse oxidativo, danos ao DNA e alterações na microbiota intestinal, que podem favorecer o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis. Além disso, as carnes processadas costumam ter alto teor de gordura saturada, colesterol, sódio e calorias, que podem contribuir para o aumento do colesterol, da pressão arterial, do peso corporal e da resistência à insulina.

De acordo com um estudo publicado na revista The BMJ em 2019, o consumo de 50 gramas de carne processada por dia (equivalente a duas fatias de presunto ou uma salsicha) está associado a um aumento de 18% no risco de câncer colorretal, 9% no risco de doenças cardiovasculares e 37% no risco de diabetes tipo 2. Outro estudo publicado na revista Circulation em 2020 estimou que o consumo de carnes processadas foi responsável por cerca de 1,5 milhão de mortes por doenças cardiovasculares e 0,9 milhão de mortes por diabetes tipo 2 em todo o mundo em 2017.

Diante desses dados alarmantes, o que podemos fazer para reduzir os riscos para a saúde? A recomendação da OMS é limitar o consumo de carnes processadas a menos de 50 gramas por dia e preferir carnes frescas ou minimamente processadas, como frango, peixe ou carne bovina magra. Além disso, é importante aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas, que são fontes de fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes que podem proteger as células dos danos causados pelas substâncias nocivas das carnes processadas. Também é fundamental praticar atividade física regularmente, evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool e manter um peso saudável.

2. Bebidas alcoólicas. O álcool pode danificar o revestimento da boca e da garganta, aumentando o risco de câncer nessas regiões. O álcool também pode afetar os níveis de hormônios ligados ao câncer de mama. Além disso, o álcool pode potencializar os efeitos de outros carcinogênicos, como o tabaco. O consumo de bebidas alcoólicas está relacionado a diversos tipos de câncer, como de boca, garganta, esôfago, mama, fígado, estômago e intestino.

Bebidas alcoólicas e os riscos para a saúde

O consumo de bebidas alcoólicas é uma prática comum em muitas culturas e ocasiões sociais, mas também pode trazer consequências negativas para a saúde física e mental dos indivíduos e da sociedade. O álcool é uma substância psicoativa que afeta o funcionamento do sistema nervoso central, alterando o humor, a percepção, o raciocínio, a memória e a coordenação motora. Além disso, o álcool pode causar dependência, tolerância e síndrome de abstinência, caracterizando um transtorno por uso de álcool.

O consumo excessivo e prolongado de álcool está associado a diversos problemas de saúde, como doenças hepáticas (cirrose, hepatite), cardiovasculares (hipertensão, arritmias, infarto), digestivas (gastrite, úlcera, pancreatite), neurológicas (encefalopatia, neuropatia, demência), psiquiátricas (depressão, ansiedade, psicose), endócrinas (diabetes, disfunção erétil) e imunológicas (infecções, câncer). O álcool também aumenta o risco de acidentes, violência, suicídio e gravidez indesejada.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo de álcool seja moderado e responsável, respeitando os limites de segurança estabelecidos para cada pessoa. Esses limites dependem de fatores como idade, sexo, peso, condições de saúde e interações medicamentosas. De modo geral, a OMS considera que o consumo de baixo risco é de até 14 doses semanais para homens e 7 doses semanais para mulheres, sendo que uma dose equivale a 10 gramas de álcool puro (uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de destilado).

O consumo de bebidas alcoólicas pode ser uma escolha pessoal, mas também envolve questões sociais, culturais e legais. Por isso, é importante que as pessoas estejam informadas sobre os benefícios e os riscos do álcool para a saúde, e que possam contar com apoio profissional e familiar caso necessitem reduzir ou cessar o consumo. O álcool não é uma substância essencial para a vida e pode ser substituído por outras formas de lazer e prazer que não comprometam a saúde.

3. Peixe salgado chinês. Esse alimento é feito com peixes secos e salgados, que são fermentados por longos períodos. Esse processo pode levar à formação de nitrosaminas, que são substâncias cancerígenas. O consumo de peixe salgado chinês está associado a um maior risco de câncer nasofaríngeo, que afeta a parte superior da garganta .

O peixe salgado chinês é um alimento tradicional que passa por um processo de salga e cura para preservar o peixe. No entanto, esse alimento pode trazer riscos para a saúde, pois contém altos níveis de compostos químicos chamados nitrosaminas, que são formados pela reação do sal com as proteínas do peixe. As nitrosaminas são consideradas carcinogênicas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pois estão associadas a um maior risco de desenvolver câncer de nasofaringe, que é a parte superior da garganta atrás do nariz. Além disso, o peixe salgado chinês também pode conter outros poluentes, como bifenilos policlorados (PCBs) e dioxinas, que podem afetar o sistema imunológico e o cérebro. Portanto, o consumo desse alimento deve ser limitado ou evitado, especialmente por mulheres grávidas e lactantes, que podem transmitir essas substâncias para os bebês. Uma alternativa mais saudável é consumir peixes frescos ou congelados, que são fontes de proteínas, ômega-3 e outros nutrientes essenciais para a saúde    .

4. Alimentos queimados ou pesadamente grelhados. Quando os alimentos são expostos a altas temperaturas ou ao fogo direto, podem se formar compostos chamados hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) e aminas heterocíclicas (AHCs), que são potencialmente cancerígenos. Esses compostos podem causar danos ao DNA das células e favorecer o desenvolvimento de tumores. O consumo de alimentos queimados ou pesadamente grelhados está relacionado a um maior risco de câncer de estômago, pâncreas, cólon e reto  .

Os alimentos queimados ou pesadamente grelhados podem apresentar riscos para a saúde, pois podem conter substâncias nocivas ao organismo, como aminas heterocíclicas, hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e acrilamida, que são formadas pela exposição dos alimentos a altas temperaturas e à fumaça. Essas substâncias têm potencial carcinogênico e genotóxico, podendo afetar o DNA e aumentar o risco de câncer no sistema digestivo, além de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e doenças neurodegenerativas. Além disso, os alimentos queimados podem prejudicar a digestão e a absorção de nutrientes, liberar radicais livres que promovem o envelhecimento precoce e causar inflamações e irritações no trato gastrointestinal. Portanto, é recomendável evitar o consumo de alimentos queimados ou muito tostados, retirando as partes queimadas antes de comer e preferindo métodos de preparo que não envolvam fritura, churrasco ou contato direto com o fogo.

5. Carne vermelha, incluindo carne bovina, vitela, porco, cordeiro, carneiro e cabrito. A carne vermelha contém uma proteína chamada heme, que pode formar compostos cancerígenos no intestino grosso. Além disso, a carne vermelha pode conter ferro heme, que pode causar danos oxidativos às células e ao DNA. O consumo excessivo de carne vermelha está associado a um maior risco de câncer colorretal  .

A carne vermelha é uma fonte de proteína, ferro, zinco e vitamina B12, mas também pode conter gorduras saturadas e colesterol, que estão associados a doenças cardiovasculares e outras complicações de saúde. O consumo excessivo de carne vermelha pode aumentar o risco de câncer, especialmente no cólon e no reto, devido à presença de compostos químicos que são formados durante o cozimento ou a digestão da carne. Além disso, a carne vermelha pode conter resíduos de hormônios, antibióticos e outros aditivos que são usados na criação dos animais, podendo afetar o equilíbrio hormonal e o sistema imunológico dos consumidores. Por isso, é recomendado limitar o consumo de carne vermelha a no máximo duas porções por semana, preferindo cortes magros e métodos de preparo que reduzam a formação de substâncias nocivas. Também é importante variar as fontes de proteína animal, incluindo peixes, aves, ovos e laticínios, e consumir mais alimentos vegetais, como frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, que fornecem fibras, antioxidantes e fitoquímicos que podem proteger contra o câncer e outras doenças.

6. Bebidas quentes acima de 65°C. O consumo frequente de bebidas muito quentes pode causar lesões térmicas no esôfago e na boca, aumentando o risco de inflamação e irritação nessas regiões. Isso pode favorecer o desenvolvimento de câncer oral e esofágico  .

O consumo de bebidas quentes acima de 65°C, como o chimarrão, pode aumentar o risco de desenvolver câncer de esôfago, uma doença grave que afeta o tubo que liga a boca ao estômago. Isso acontece porque a alta temperatura da bebida causa lesões e danos às células da mucosa do esôfago, que podem se transformar em tumores malignos. Segundo a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), o consumo de bebidas quentes acima de 65°C é classificado como “provavelmente carcinogênico para humanos”. No Brasil, o câncer de esôfago é o sexto mais frequente entre os homens e o décimo quinto entre as mulheres, exceto o câncer de pele não melanoma. Para prevenir essa doença, recomenda-se consumir as bebidas em temperaturas inferiores a 60°C, geladas ou em temperatura ambiente. O consumo de outras bebidas quentes, como café e chá, geralmente não oferece os mesmos riscos, pois elas entram em contato com o lábio, a língua e a cavidade oral antes de serem engolidas, o que reduz a temperatura do líquido. O chimarrão, por outro lado, é consumido através de um canudo de metal que leva a bebida diretamente à parte posterior da língua e orofaringe, e em seguida ao esôfago. Portanto, é importante respeitar a cultura do chimarrão, mas consumi-lo com cautela e moderação.

7. Ar e água contaminados. A exposição a poluentes ambientais presentes no ar e na água pode aumentar o risco de diversos tipos de câncer, como pulmão, bexiga, rim e fígado. Alguns exemplos desses poluentes são: benzeno, arsênio, cádmio, níquel e radônio.

Ar e água contaminados são dois dos principais problemas ambientais que afetam a saúde humana. A contaminação do ar pode ocorrer por diversas fontes, como emissões de veículos, indústrias, queimadas, vulcões e atividades domésticas. A contaminação da água pode ocorrer por esgotos, resíduos industriais, agrotóxicos, metais pesados e micro-organismos. Ambas as formas de contaminação podem causar sérios danos à saúde, como doenças respiratórias, cardiovasculares, gastrointestinais, infecciosas e até câncer. Além disso, a contaminação do ar e da água pode afetar a biodiversidade, o clima e a qualidade de vida das populações. Por isso, é fundamental que se adotem medidas de prevenção e controle da contaminação do ar e da água, como o uso de filtros, o tratamento adequado dos resíduos, o monitoramento da qualidade do ar e da água, a fiscalização das fontes poluidoras e a conscientização da sociedade sobre os riscos e as formas de reduzir a exposição à contaminação.

8. Aspartame. Esse é um adoçante artificial utilizado em refrigerantes dietéticos e outros produtos. Alguns estudos sugerem que o aspartame pode causar danos ao DNA e alterar a expressão de genes relacionados ao câncer. O consumo de aspartame está possivelmente associado a um maior risco de câncer de cérebro, linfoma e leucemia.

O aspartame é um adoçante artificial que é usado para substituir o açúcar em muitos alimentos e bebidas. Ele é cerca de 200 vezes mais doce que o açúcar e tem poucas calorias. No entanto, o consumo de aspartame pode trazer riscos para a saúde, como:

– Aumentar o risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e câncer, segundo a Organização Mundial da Saúde;

– Causar efeitos colaterais em pessoas com fenilcetonúria, uma doença genética que impede o metabolismo da fenilalanina, um dos componentes do aspartame;

– Provocar toxicidade nos rins, no fígado e nas glândulas salivares, devido à formação de metanol e formaldeído no organismo.

Por esses motivos, o consumo de aspartame deve ser evitado ou limitado, especialmente por crianças, gestantes e pessoas com fenilcetonúria. A ingestão diária aceitável de aspartame é de 40 mg/kg de peso corporal para adultos e 5 mg/kg para crianças e gestantes. O Instituto Nacional do Câncer do Brasil recomenda evitar o uso de qualquer tipo de adoçante artificial.

Existem alternativas naturais e mais saudáveis para adoçar os alimentos e bebidas, como o mel, a stevia, o xilitol e o eritritol. Esses produtos podem fornecer benefícios para a saúde, como propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antibacterianas, além de não alterarem os níveis de glicose no sangue.

9. Alimentos ricos em gorduras saturadas. Esses alimentos incluem manteiga, queijo, creme de leite, banha, óleo de coco e óleo de palma. O consumo excessivo de gorduras saturadas pode aumentar os níveis de colesterol e inflamação no organismo, o que pode favorecer o desenvolvimento de câncer. Alguns tipos de câncer que podem estar relacionados ao consumo de gorduras saturadas são: mama, próstata, cólon e reto  .

Alimentos ricos em gorduras saturadas são aqueles que contêm uma alta proporção de ácidos graxos que não possuem ligações duplas entre os átomos de carbono. Esses alimentos incluem carnes vermelhas, manteiga, queijo, leite integral, óleo de coco e de palma, entre outros. O consumo excessivo desses alimentos pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer.

As gorduras saturadas elevam os níveis de colesterol LDL (o chamado “colesterol ruim”) no sangue, o que pode favorecer a formação de placas de gordura nas artérias e dificultar a circulação sanguínea. Isso pode levar a problemas como infarto, derrame e hipertensão. Além disso, as gorduras saturadas podem estimular processos inflamatórios no organismo, que estão associados a diversas doenças crônicas.

Para prevenir esses riscos, recomenda-se limitar o consumo de gorduras saturadas a menos de 10% das calorias diárias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso significa que, em uma dieta de 2000 calorias, por exemplo, não se deve consumir mais do que 22 gramas de gorduras saturadas por dia. Também é importante substituir as gorduras saturadas por gorduras insaturadas, que são mais benéficas para a saúde. Essas gorduras estão presentes em alimentos como peixes, oleaginosas, azeite de oliva e abacate.

10. Alimentos ricos em açúcar refinado. Esses alimentos incluem doces, bolos, biscoitos, refrigerantes e sucos artificiais. O consumo excessivo de açúcar refinado pode aumentar os níveis de insulina e glicose no sangue, o que pode estimular o crescimento de células cancerígenas. Além disso, o açúcar refinado pode causar obesidade, que é um fator de risco para diversos tipos de câncer, como endométrio, mama, cólon e reto  .

O açúcar refinado é um tipo de carboidrato simples que é adicionado em muitos produtos industrializados, como refrigerantes, bolos, sorvetes e biscoitos. Esse tipo de açúcar tem um alto índice glicêmico, ou seja, aumenta rapidamente a glicose no sangue, sobrecarregando o pâncreas e a produção de insulina. O consumo excessivo de açúcar refinado pode causar diversos problemas de saúde, como:

– Obesidade: o açúcar refinado é rico em calorias e estimula o acúmulo de gordura no corpo, favorecendo o ganho de peso e a obesidade.

– Diabetes tipo 2: o açúcar refinado pode provocar resistência à insulina, uma condição em que as células não respondem adequadamente ao hormônio, levando ao aumento da glicose no sangue e ao desenvolvimento de diabetes tipo 2.

– Doenças cardiovasculares: o açúcar refinado pode aumentar os níveis de triglicerídeos e de ácido úrico no sangue, além de causar inflamação nos vasos sanguíneos, elevando o risco de hipertensão, aterosclerose, infarto e AVC.

– Cáries: o açúcar refinado favorece o crescimento de bactérias na boca, que fermentam esse ingrediente e alteram o pH dos dentes, causando cáries e outros problemas dentários.

– Gordura no fígado: o açúcar refinado é rico em frutose, um tipo de carboidrato que é metabolizado principalmente pelo fígado. O excesso de frutose pode causar inflamação e acúmulo de gordura nesse órgão, levando à esteatose hepática ou gordura no fígado.

– Disbiose: o açúcar refinado pode alterar o equilíbrio da flora intestinal, aumentando o número de bactérias “ruins” e diminuindo o número de bactérias “boas”, enfraquecendo o sistema imunológico e causando problemas digestivos.

Portanto, é importante reduzir o consumo de alimentos ricos em açúcar refinado e optar por fontes mais saudáveis de carboidratos, como frutas, cereais integrais, legumes e verduras. Esses alimentos possuem carboidratos complexos, que são digeridos mais lentamente e fornecem energia de forma mais equilibrada ao organismo.

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Fontes:

: https://www.pensarcontemporaneo.com/17-alimentos-carcinogenicos-que-voce-provavelmente-come-todos-os-dias/

: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/conheca-os-quatro-alimentos-considerados-cancerigenos-pela-oms/16401/7/

: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2023/07/5111454-alimentos-potencialmente-cancerigenos-voce-come-algum-desses.html

: https://www.matheusvilla.com.br/o-que-sao-carcinogenicos-e-o-que-isso-tem-a-ver-com-sua-alimentacao/

: https://www.inca.gov.br/alimentacao/alimentos-que-aumentam-o-risco-de-cancer

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